BEM ISSO E AS MATÉRIAS Q SAI NO JORNAL ROTA DE VACARIA TODA SEMANA Q O ROSH ESCREVE ENTÃO VAMOS VER O poder do justo
Porém logo depois da criação a narrativa bíblica prossegue com a tentação do fruto proibido, o pecado de Adam e o subseqüente exílio do Jardim do Éden. A serpente, sinônimo da má inclinação, persuade o homem a desconsiderar a missão de sua alma em troca do prazer momentâneo. Adam precipita a humanidade num conflito constante entre sua má e sua boa inclinação.
Os Sábios descrevem o que aconteceu da seguinte maneira: Na época da criação a Shechiná – a Divina Presença – repousava na terra. Após o pecado de Adam, a Shechiná se afastou da terra para o primeiro firmamento (os Sábios falam da existência de sete firmamentos, i.e., níveis espirituais), e depois dos pecados de Caim e Abel, e a geração subseqüente de Enosh, a Shechiná se removeu ainda mais, para o segundo e terceiro firmamentos, até que a Shechiná fo removida, por meio dos pecados das gerações seguintes, ao sétimo firmamento.
Foi o justo Avraham que, através do seu serviço Divino, fez a Shechiná retornar a um nível, o sexto firmamento. Seu filho Yitschac e seu neto Yaacov, e em seguida gerações subseqüentes de pessoas justas, devolveram ainda mais a Shechiná, até que Moshê, a sétima geração a partir de Avraham, fez voltar a Divina Presença a esta terra, quando ele construiu o Tabernáculo no deserto e a Shechiná repousou ali.
Um dos grandes ensinamentos do (Báal Shem Tov rabino), o fundador do Movimento Chassídico, é sobre o contínuo processo da criação. A energia criativa Divina está constantemente pulsando na criação, fazendo-a existir ex-nihilo a cada segundo. Se D’us parasse de criar o mundo, mesmo que por um instante, tudo se reverteria ao nada e ao vazio, como antes da criação. Quando os Sábios falam sobre a “remoção da Divina Presença”, não estão sugerindo que D’us literalmente Se removeu do mundo – pois aí o mundo deixaria de existir. Ao contrário, eles estão sugerindo que o pecado cria uma insensibilidade para com a Divina Presença. A Divindade não é mais manifesta e sentida pela criação. É quase como se D’us estivesse exilado do Seu mundo. Este foi o resultado de gerações de pecado, e foi somente pelos esforços dos justos que o mundo ficou novamente sensível à Divina Presença e tornou-se uma morada adequada para Sua presença.www.israelitas.com.br
Porém logo depois da criação a narrativa bíblica prossegue com a tentação do fruto proibido, o pecado de Adam e o subseqüente exílio do Jardim do Éden. A serpente, sinônimo da má inclinação, persuade o homem a desconsiderar a missão de sua alma em troca do prazer momentâneo. Adam precipita a humanidade num conflito constante entre sua má e sua boa inclinação.
Os Sábios descrevem o que aconteceu da seguinte maneira: Na época da criação a Shechiná – a Divina Presença – repousava na terra. Após o pecado de Adam, a Shechiná se afastou da terra para o primeiro firmamento (os Sábios falam da existência de sete firmamentos, i.e., níveis espirituais), e depois dos pecados de Caim e Abel, e a geração subseqüente de Enosh, a Shechiná se removeu ainda mais, para o segundo e terceiro firmamentos, até que a Shechiná fo removida, por meio dos pecados das gerações seguintes, ao sétimo firmamento.
Foi o justo Avraham que, através do seu serviço Divino, fez a Shechiná retornar a um nível, o sexto firmamento. Seu filho Yitschac e seu neto Yaacov, e em seguida gerações subseqüentes de pessoas justas, devolveram ainda mais a Shechiná, até que Moshê, a sétima geração a partir de Avraham, fez voltar a Divina Presença a esta terra, quando ele construiu o Tabernáculo no deserto e a Shechiná repousou ali.
Um dos grandes ensinamentos do (Báal Shem Tov rabino), o fundador do Movimento Chassídico, é sobre o contínuo processo da criação. A energia criativa Divina está constantemente pulsando na criação, fazendo-a existir ex-nihilo a cada segundo. Se D’us parasse de criar o mundo, mesmo que por um instante, tudo se reverteria ao nada e ao vazio, como antes da criação. Quando os Sábios falam sobre a “remoção da Divina Presença”, não estão sugerindo que D’us literalmente Se removeu do mundo – pois aí o mundo deixaria de existir. Ao contrário, eles estão sugerindo que o pecado cria uma insensibilidade para com a Divina Presença. A Divindade não é mais manifesta e sentida pela criação. É quase como se D’us estivesse exilado do Seu mundo. Este foi o resultado de gerações de pecado, e foi somente pelos esforços dos justos que o mundo ficou novamente sensível à Divina Presença e tornou-se uma morada adequada para Sua presença.www.israelitas.com.br