terça-feira, 29 de maio de 2012


Israel sem Jerusalém é como um corpo sem coração" - a corrida desenfreada para o cumprimento de Zacarias 12 e 14


Netanyahu afirmou enfaticamente no Domingo passado que que nunca dividirá Jerusalém.
No seu discurso durante as celebrações do "Dia de Jerusalém" no "Ammunition Hill", local de uma importante batalha pela conquista de Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias, em Junho de 1967, o primeiro-ministro israelita negou assim qualquer negociação com os palestinianos sobre a partilha da Cidade Santa de Jerusalém, capital do antigo e do moderno estado de Israel. Contrariamente ao "discurso" palestiniano, Netanyahu afirmou peremptoriamente que dividir Jerusalém só levaria a mais conflitos.
"Existem aqueles que acreditam que se simplesmente dividissemos Jerusalém, e isso significa entregar o Monte do Templo, teríamos a paz. O mínimo que posso dizer é que duvido. Se fossemos depositar aquela praça do Monte do Templo em outras forças, iríamos rapidamente acabar numa guerra sectária religiosa."


Para a maior parte dos israelitas, dividir Jerusalém é uma linha vermelha que não estão preparados para atravessar depois de milénios de esperança de um povo poder novamente habitar e controlar a Cidade Santa.
"Israel sem Jerusalém é como um corpo sem coração. E o nosso coração nunca mais será dividido" - prometeu Netanyahu, prosseguindo: "Uma nação disposta a sacrificar o seu coração convencerá os seus inimigos que está disposta a ceder em tudo."
A Autoridade Palestiniana insiste que só fará a paz com Israel quando receber a metade oriental de Jerusalém, incluindo o Monte do Templo, como sua capital.
Para quem leva a sério o estudo das profecias bíblicas, este é um claro indicador que se aproxima rapidamente a "grande batalha por Jerusalém" tão vividamente descrita há 2.500 anos pelo profeta Zacarias (capítulos 12 - 14).


Israel nunca cederá o seu "coração" aos intentos dos seus inimigos, e será essa disposição "intransigente" que despoletará o ódio de muitas nações (literalmente"todas as nações") contra Jerusalém, tentando arrancar o "coração" de um povo que tanto sangue derramou e tantas lágrimas verteu por amor da sua Santa Cidade, a tão preciosa dádiva física de D'us ao Seu povo.
Mal saberão os povos conquistadores que esse seu desejo perverso atrairá a ira do Todo Poderoso D'us, fazendo com queEle mesmo venha lutar fisicamente em defesa do Seu povo -"E o Senhor sairá e pelejará contra estas nações..."
O fim dessas nações será horrendo"E esta será a praga com que o Senhor ferirá todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne será consumida, estando eles de pé, e lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na sua boca. (guerra biológica?) Naquele dia, também acontecerá que haverá uma grande perturbação do Senhor entre eles; porque pegará cada um na mão do seu companheiro, e alçar-se-á a mão de cada um contra a mão do seu companheiro."
Ah, quem dera que todos ouvissem estes avisos do Senhor D'us de Israel...!
"Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas;porque o tempo está próximo." (Apocalipse 1:3)
Shalom!  até a próxima  www.israelita.com.br   tv terra viva canal 104, 5 - as 6 da manhã 

terça-feira, 8 de maio de 2012


QUÃO FUNDAMENTAL É A CRENÇA NA VINDA DE MASHIACH?
O judaísmo tem muito a dizer sobre numerosos assuntos, todos eles integrantes do pensamento e da crença judaicos. Mas quais são os fundamentos de nossa fé? Quais são os ideais básicos? O grande codificador e filósofo Maimônides enumerou 13 princípios fundamentais que formam o próprio cerne e a essência do judaísmo. Estes 13 princípios têm sido aceitos de modo tão universal, que praticamente todos os livros de orações os incluem como parte do serviço. Um destes fundamentos de fé é a crença na vinda de Mashiach.

Além disso, durante séculos — milênios — os judeus de todas as formações compuseram e recitaram numerosas orações exprimindo a esperança e a fé na vinda de Mashiach.

Por exemplo: uma das mais sagradas e comoventes orações é o Cadish. Em sua tradução simples, acima de tudo, exige a vinda imediata de Mashiach, quando a presença de D’us a todos Se manifestará.

A Torá, os Cinco Livros de Moisés, refere-se implicitamente à vinda de Mashiach e à Era Messiânica, a ela aludindo muitas vezes. Os profetas são ainda mais explícitos, sendo abundantes em suas profecias as referências e detalhes. O livro de Isaías, por exemplo, é quase inteiramente dedicado ao ideal messiânico. Numerosos costumes e leis judaicos exprimem a crença na vinda de Mashiach. Na conclusão de toda cerimônia de casamento, tradicionalmente quebra-se um copo, para nos lembrar que — a despeito da alegria pessoal do momento — e não existe celebração maior do que um casamento judaico — ainda estamos no exílio. O povo judeu ainda está disperso pelo mundo, o Templo ainda não foi reconstruído, o anti-semitismo e os conflitos ainda predominam no mundo. Como pode ser completa nossa alegria enquanto Mashiach não chega?

E no clímax do Sêder de Pessach, a celebração de nossa liberdade, nosso êxodo da escravidão, abrimos a porta para o Profeta Elias, esperando que este ano ele venha para anunciar a redenção — a vinda de Mashiach, acreditando que este ano estaremos em Jerusalém. Como pode nossa celebração, nossa liberdade, serem completas sem Mashiach?

Todo sábio e erudito, todo código legal e comentário, referem-se a Mashiach como uma realidade iminente. Os rabinos contam histórias sobre Mashiach, adiam decisões legais até a vinda de Mashiach; as pessoas comuns, também, sabiam que logo Mashiach viria. Suas palavras, suas ações, seus sacrifícios, tudo antecipava Mashiach. Vendo uma raposa correndo em meio às ruínas do Templo, Rabi Akiva riu, sabendo que isto significava que logo se seguiria a redenção. Os judeus sacrificaram suas vidas por sua fé, cantando AníMaamin — eu acredito com fé perfeita que Mashiach chegará.

Até que ponto a fé em Mashiach é fundamental? Maimônides declara que crer em Mashiach e crer na Torá e na profecia de Moisés são a mesma coisa, citando a Torá: “D’us retornará e os reunirá. Se seus dispersos estiverem no mais extremo dos céus, D’us os trará”.

Não é de admirar, então, que — tradicionalmente — desde o começo de nosso exílio, quase dois mil anos atrás, sempre que um sermão era proferido, ou uma aula seja dada, independentemente do assunto particular ou da ocasião determinada, o orador invariavelmente concluía com uma prece no sentido de que logo merecêssemos o cumprimento da promessa final de D’us — a vinda de Mashiach, rapidamente, em nossos dias.www.israelitas.com.br      até a próxima

QUÃO FUNDAMENTAL É A CRENÇA NA VINDA DE MASHIACH?
O judaísmo tem muito a dizer sobre numerosos assuntos, todos eles integrantes do pensamento e da crença judaicos. Mas quais são os fundamentos de nossa fé? Quais são os ideais básicos? O grande codificador e filósofo Maimônides enumerou 13 princípios fundamentais que formam o próprio cerne e a essência do judaísmo. Estes 13 princípios têm sido aceitos de modo tão universal, que praticamente todos os livros de orações os incluem como parte do serviço. Um destes fundamentos de fé é a crença na vinda de Mashiach.

Além disso, durante séculos — milênios — os judeus de todas as formações compuseram e recitaram numerosas orações exprimindo a esperança e a fé na vinda de Mashiach.

Por exemplo: uma das mais sagradas e comoventes orações é o Cadish. Em sua tradução simples, acima de tudo, exige a vinda imediata de Mashiach, quando a presença de D’us a todos Se manifestará.

A Torá, os Cinco Livros de Moisés, refere-se implicitamente à vinda de Mashiach e à Era Messiânica, a ela aludindo muitas vezes. Os profetas são ainda mais explícitos, sendo abundantes em suas profecias as referências e detalhes. O livro de Isaías, por exemplo, é quase inteiramente dedicado ao ideal messiânico. Numerosos costumes e leis judaicos exprimem a crença na vinda de Mashiach. Na conclusão de toda cerimônia de casamento, tradicionalmente quebra-se um copo, para nos lembrar que — a despeito da alegria pessoal do momento — e não existe celebração maior do que um casamento judaico — ainda estamos no exílio. O povo judeu ainda está disperso pelo mundo, o Templo ainda não foi reconstruído, o anti-semitismo e os conflitos ainda predominam no mundo. Como pode ser completa nossa alegria enquanto Mashiach não chega?

E no clímax do Sêder de Pessach, a celebração de nossa liberdade, nosso êxodo da escravidão, abrimos a porta para o Profeta Elias, esperando que este ano ele venha para anunciar a redenção — a vinda de Mashiach, acreditando que este ano estaremos em Jerusalém. Como pode nossa celebração, nossa liberdade, serem completas sem Mashiach?

Todo sábio e erudito, todo código legal e comentário, referem-se a Mashiach como uma realidade iminente. Os rabinos contam histórias sobre Mashiach, adiam decisões legais até a vinda de Mashiach; as pessoas comuns, também, sabiam que logo Mashiach viria. Suas palavras, suas ações, seus sacrifícios, tudo antecipava Mashiach. Vendo uma raposa correndo em meio às ruínas do Templo, Rabi Akiva riu, sabendo que isto significava que logo se seguiria a redenção. Os judeus sacrificaram suas vidas por sua fé, cantando AníMaamin — eu acredito com fé perfeita que Mashiach chegará.

Até que ponto a fé em Mashiach é fundamental? Maimônides declara que crer em Mashiach e crer na Torá e na profecia de Moisés são a mesma coisa, citando a Torá: “D’us retornará e os reunirá. Se seus dispersos estiverem no mais extremo dos céus, D’us os trará”.

Não é de admirar, então, que — tradicionalmente — desde o começo de nosso exílio, quase dois mil anos atrás, sempre que um sermão era proferido, ou uma aula seja dada, independentemente do assunto particular ou da ocasião determinada, o orador invariavelmente concluía com uma prece no sentido de que logo merecêssemos o cumprimento da promessa final de D’us — a vinda de Mashiach, rapidamente, em nossos dias.www.israelitas.com.br      até a próxima