quarta-feira, 25 de abril de 2012


  1.                                                       


                                                                                               

                                                           Monte Sinai: o encontro entre D'us e Israel
No terceiro mês de saírem os Filhos de Israel da terra do Egito, neste dia chegaram ao deserto do Sinai e acamparam no deserto, e acampou ali Israel em frente ao monte (Êxodo 19:1).
Sete semanas após terem sido libertados do jugo do Faraó e da escravidão egípcia, o povo de Israel, liderado por Moisés que agia sob instruções Divinas acampa ao pé do Monte Sinai para seu tão esperado encontro com D'us.
Os Filhos de Israel sabiam que o Todo-Poderoso prometera a Moisés que no terceiro mês do Êxodo do Egito Ele se revelaria a eles na montanha
. Mas para merecer tal Revelação, o nosso povo precisava estar espiri-tualmente preparado, pois, ao sair do Egito, os israelitas encontravam-se num nível muito baixo de espiritua-lidade. Os judeus vagaram durante sete semanas no deserto para se purificar espiritual e mentalmente. Foi apenas ao chegar ao Monte Sinai, 49 dias após a saída do Egito, que cada um deles atingiu o nível de espiritualidade imprescindível para presenciar a Revelação Divina. A contagem do Omer (começa logo apos o pessach pascoa)   vem simbolizar esta ascensão do povo judeu durante estes 49 dias.
Havia, porém, uma outra condição necessária para que os B’nei(filhos de Israel pudessem receber a Torá: devia reinar entre todo o povo harmonia, paz e união absoluta. Desde a libertação do Egito, havia constantes descontentamentos e desentendimentos entre eles. Mas, ao chegar ao Monte Sinai, os judeus demonstravam fé e confiança absoluta em D’us. Reinava entre Israel a paz mais profunda, como se o povo inteiro fosse um único homem, com uma única voz. nossos sábios afirmam que Israel acampou ao pé do Monte Sinai como um só homem, com um só coração.

A Torá relata: E acampou ali Israel frente ao monte
(Êxodo 10:2), indicando-nos que todo o povo formava uma só unidade. Afirmam nossos sábios que foi ao comprovar esta unidade que D’us considerou Israel merecedor de receber Sua Palavra e de se tornar o Seu povo.
O encontro dos Céus com a terra, no Monte Sinai, foi o mais importante evento na história judaica e ocorreu por um único motivo: a outorga da Torá aos Filhos de Israel. Pela primeira e única vez na história da humanidade, D’us se revela perante todo um povo e o incumbe de uma missão: cumprir Suas Leis e disseminar ao mundo a Sua Palavra. então contando 49 dias apos o pessach pascoa ,teremos a festa de shavuot ou pentecostes ,nos conheça melhor www.israelitas.com.br   

terça-feira, 17 de abril de 2012

As três principais festas judaicas que constam na Torá, além de Rosh Hashaná e Yom Kipur, são Pessach, Shavuot e Sucot. Conhecidas como os “Shalosh Regalim”, essas festas estão relacionadas ao Êxodo do Egito e comemoram os principais eventos na História Judaica.
Pessach (pascoa) celebra a libertação do Povo Judeu da escravidão egípcia; Shavuot (pentecostes), a Revelação Divina no Monte Sinai e o recebimento da Torá – o principal propósito da saída do Egito; e, Sucot (cabanas), a proteção Divina com a qual foi agraciada a geração de judeus que foi libertada do Egito após os 40 anos em que percorreu o Deserto do Sinai.
No Seder de Pessach, celebrado durante as duas primeiras noites desta festividadade, este ano em 6 e 7 de abril, recitamos a Hagadá que narra a história de como o nosso Povo , que começou como uma família de 70 pessoas, se tornou uma grande nação – o Povo escolhido por D'us para receber Sua Torá. A Hagadá nos conta acerca de eventos e milagres que precedem e sucedem o Êxodo e que devemos relatar a nossos filhos, para que um dia, eles, também, possam transmiti-la a seus próprios filhos. A Hagadá narra, entre outros, a amarga escravidão vivida por nossos antepassados, as Dez Pragas que venceram o Faraó, o Êxodo, a divisão do Mar. Narra, também, o encontro do Povo Judeu com D’us no Monte Sinai, em Shavuot, quando d’Ele recebemos os Mandamentos Divinos, com o encargo de mantê-los e transmiti-los a todas as gerações futuras.
Pode-se considerar, portanto, Shavuot, de certa forma, como a conclusão da festa de Pessach. Seu próprio nome, que significa “Semanas”, evidencia a ligação entre ambas. Diferentemente de todas as demais, esta festividade não está ligada a nenhuma data específica do calendário judaico, isto é, a Torá não decreta que deva ser celebrada no dia 6 de Sivan (na Diáspora, a festa é celebrada durante dois dias – nos dia 6 e 7), e sim, 49 dias após a Contagem do Omer, ou seja, 50 dias depois de Pessach. Na Torá, Shavuot é também chamada de Atzeret, que significa uma data festiva. Da mesma forma como Sucot possui uma data festiva adicional, Shemini Atzeret, que ocorre logo após os sete dias de SucotPessach também possui sua Atzeret. Contudo, diferentemente de Sucot, aAtzeret de Pessach não ocorre logo após a festa, e sim, 50 dias mais tarde – em Shavuot. www.israelitas.com.br       .shalom até a proxima

segunda-feira, 2 de abril de 2012

PESSACH ESTA CHEGANDO



Pessach é a Festa da Liberdade - nossa Liberdade Espiritual. Para isto D’us nos retirou do Egito. Mas qual a essência da Liberdade?

Será que liberdade é a possibilidade de se fazer o que bem se quiser, sem embaraços e sem temer as conseqüências? Isto é libertinagem, não liberdade. James Bond tinha “licença para matar”, não liberdade para matar. Liberdade significa termos a possibilidade de usar nosso livre-arbítrio para crescermos e nos desenvolver.

Muitas pessoas pensam que são livres, quando na verdade são freqüentemente “escravas” de manias e modas passageiras da sociedade onde vivem. Escravidão são atos feitos sem pensar, um comportamento rotinizado, seguindo os desejos impulsivos do corpo. Nosso trabalho em Pessach é sair desta escravidão e adquirir a verdadeira Liberdade!

Todos os mandamentos relacionados a Pessach nos habilitam a reviver e vivenciar a liberdade que nossos antepassados experimentaram ao sair do Egito para servir o Todo-Poderoso.

Durante os oito dias de Pessach somos proibidos de possuir e comer chamêtz [massas fermentadas, ou seja, virtualmente qualquer produto que tenha farinha em sua composição (pão, pizza, macarrão, etc.) e que não tenha sido produzido especialmente para Pessach].

Por que tanta ênfase em ficarmos livres do chamêtz? Um dos motivos é que o Chamêtz representa a arrogância. A única coisa que se interpõe entre você e D’us ... é você. Para nos aproximarmos do Criador, que é a principal satisfação da vida (e esta oportunidade se apresenta em todas as mitsvót e Festividades Judaicas), cada pessoa deve remover sua própria arrogância. Cada ato prático traz uma satisfação interna; Nós removemos o chamêtz de nossos lares e precisamos, paralelamente, trabalhar sobre nossa característica de humildade.

Na noite anterior a Pessach, fazemos uma busca rigorosa do chamêtz em nossos lares. Durante o dia a casa deve ser limpa e todo o chamêtz consumido, vendido ou jogado fora. À noite, existe o costume de se colocar 10 pedaços de pão em diversos locais da casa para que, durante a procura do chamêtz, encontremos alguma coisa. Esta procura é realizada à luz de uma vela acesa e é uma memorável experiência para toda a família!